Diversos tipos de drogas
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01 de Julho de 2011
Depressivas
Alucinógenas
Estimulantes
 
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Ecstasy - O início do Ecstasy foi puramente medicinal. Ele foi produzido pela primeira vez em 1912 por uma farmácia da Alemanha, a principio sua função era inibir o apetite, mas como seus testes não foram o esperado, o projeto foi abandonado. Passam-se 58 anos até que o mundo lembraria novamente do MDMA, como era chamado pelos farmacêuticos criadores. Durante os anos 70 alguns médicos psiquiatras e psicólogos receitaram ecstasy para seus pacientes, para ser utilizado durane as consultas, pois julgavam que os pacientes ficavam mais à vontade. O problema que é paralelamente, o ecstasy começou a espalhar-se pelas ruas dos Estados Unidos, e as pessoas estavam começando a usar o até então, "remédio", como droga. O uso da droga começou a tomar grandes proporções, principalmente entre jovens universitários. Temendo o surgimento de uma nova "era psicodélica" no país, os Estados Unidos decidiram, em 1985, incluir a MDMA(Ecstasy) na lista das substâncias proibidas. Essa medida logo foi seguida pela OMS (Organização Mundial de Saúde), a qual passou a considerar a MDMA(Ecstasy) como droga de restrição internacional. No fim dos anos 80, surgiu em Ibiza, na Espanha, a cena musical e cultural que deu origem à cultura clubber ou dance. Associado a esse novo conceito musical, o ecstasy começou a ser difundido na Europa, crescendo ao longo da década de 1990, com a popularização da música eletrônica e da cultura dance. No Brasil, no início dos anos 90 começaram a chegar às primeiras remessas consideráveis de ecstasy vindas da Europa. A partir daí, tem crescido o número de usuários, bem como a importância dada pelos meios de comunicação ao assunto. Hoje em dia a droga pode ser encontrada em cápsula ou pó, e o uso recreativo da droga geralmente é feito com um ou dois comprimidos, ou seja, doses que variam de 75 a 150mg, podendo haver doses subseqüentes horas após o uso. Seus efeitos podem durar até 8 horas. Todo esse tempo de duração faz o ecstasu ser hoje uma das drogas com mais tempo de duração que se é conhecida. Após ingerida, a droga ataca o cérebro e o fígado, e leva incríveis dois dias para o corpo expelir os resíduos da droga. O expelimento é feito pela urina. Seus efeitos mais marcantes são a sensação de melhora nas relações entre as pessoas, o desejo de se comunicar, melhora na percepção musical e aumento da percepção das cores. O ambiente mais comum para o consumo é o de clubes noturnos e em raves, cujo cenário é enriquecido com jogos de luzes e música eletrônica. O ecstasy causa, também, diminuição do apetite, dilatação das pupilas, aceleração do batimento cardíaco, aumento da temperatura do corpo, rangido de dentes e aumento na secreção do hormônio antidiurético. Além de tudo isso, a ingestão do ecstasy faz o corpo reter líquido, a boca para de produzir saliva, e sem que a pessoa perceba, devido a uma agonia, mastiga-se as paredes da boca, língua, causando graves danos. Aí entra em ação a "sensibilidade" dos traficantes. Em grandes raves, junto com o ecstasy, eles dão um pirulito para que a pessoa mastigue ele, e não a própria boca. Uma das piores fases após o uso do ecstasy, se não a pior, é depois que termina o efeito. Relatos de quase 63% dos usuários dizem que da primeira vez que se usa a droga, o efeito final é horrível, beirando a vontade de se matar. O uso de ecstasy é geralmente seguido de um grande esforço físico, devido a uma prática vigorosa da dança. Essa associação (esforço físico e ecstasy) tende a aumentar consideravelmente a temperatura, que pode atingir mais de 42ºC e, inclusive, ser mortal. Uma das complicações mais curiosas, no entanto, é a da intoxicação por água. Com o aumento da temperatura, a ingestão de água torna-se uma necessidade. Mas, quando isso acontece de forma excessiva, a água pode começar a se acumular no organismo, uma vez que o ecstasy também dificulta a eliminação dos líquidos do corpo (aumenta a liberação do hormônio antidiurético). Dessa forma, a ingestão excessiva de água pode se tornar perigosa, inclusive fatal. O ecstasy também pode causar disfunção do sistema imunológico, sendo esse quadro agravado quando há associação dessa substância com o álcool. Há também um curioso, porém significativo, ranger de dentes que pode ocorrer nos usuários da MDMA. Esse quadro é mais acentuado nos dentes posteriores e pode inclusive persistir após o uso da droga. As pessoas que usam o ecstasy com freqüência podem começar a apresentar problemas no fígado, como diminuição da capacidade de o fígado funcionar, e ficar com a pele amarelada (icterícia). Problemas cognitivos (aprendizagem, memória, atenção) podem surgir com o uso repetido por período prolongado. O ecstasy também pode desencadear problemas psiquiátricos, como quadros esquizofreniformes (formas de loucura), pânico (estados de alerta intenso, com medo e agitação) e depressão. Esses problemas têm maior ou menor probabilidade de ocorrer, dependendo das características da pessoa, do momento de sua vida, da freqüência e do contexto de uso.
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