Filmes de Al Pacino
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01 de Novembro de 2011
 
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Biografia - Al Pacino nasceu no Bronx, em 25 de abril de 1940, filho de Salvatore Pacino e Rose Gerard, que se divorciaram quando ele ainda era criança. De ascendência italiana, o seu pai era de Corleone na Sicília e a sua mãe era filha de um italiano e de uma norte-americana de pais italianos. O ator tem quatro irmãs: Josette, Paula, Roberta e Desiree. Nos fins dos anos 60 estudou sob a supervisão de Lee Strasberg, descobrindo com isso a terapia para uma juventude deprimida e pobre, em que mal tinha dinheiro para apanhar o transporte para as audições. O seu talento falou mais alto, tendo ganho um “Obie award” pela sua interpretação em palco de “The indian wants the Bronx” e um “Tony award” por “Does the tiger wear a necktie?”. O seu primeiro trabalho no grande ecrã foi “Me Natalie” em 1969, mas seria em 1971 com o seu trabalho “The panic in Needle Park” que o seu talento viria ao de cima, tendo ganho a atenção do realizador Francis Ford Coppola. A sua ascensão meteórica surgiu após ter desempenhado o papel de “Michael Corleone” no filme de grande sucesso sobre a máfia de Coppola, The Godfather de 1972. Embora muitos atores consagrados pretendessem este papel, Coppola escolheu o então relativamente desconhecido Pacino para o desempenhar. A sua atuação rendeu-lhe uma nomeação de melhor ator secundário para os "Oscares", e até aos finais da década de 70, conseguiu mais três nomeações, todas para melhor ator. Apesar de ter tido mais algumas nomeações, somente em 1993 Pacino conseguiria alcançar o almejado prêmio com o filme “Scent of a woman” de Martin Brest, no qual desempenha o papel de um militar reformado, cego e com um feitio irascível; para além de ter ganho o Oscar de melhor ator, foi também cogitado para a nomeação de melhor ator secundário com o filme “Glengarry Glen Ross”; a única pessoa que conseguiu ser nomeada para os dois prêmios no mesmo ano foi a atriz Julianne Moore que, em 2003, conseguiu repetir o feito, não tendo no entanto, de qualquer das vezes, conseguido ganhar nenhum deles. Depois dessas nomeações, Pacino nunca mais foi nomeado para qualquer dos prêmios; no entanto, conseguiu vencer dois Globos de Ouro. Nos anos 80, a carreira de Pacino entrou numa curva descendente, com as suas atuações em “Cruising” e “Author! Author”, a não serem muito apreciadas pela crítica. No entanto, conseguiu mais uma nomeação para os Globos de Ouro com o filme Scarface, onde representa o papel de um barão da droga cubano. No violentíssimo filme de Brian De Palma, ele contracena pela primeira vez com Michelle Pfeiffer. Em 1992, eles voltariam a trabalhar juntos em Frankie & Johnny, sob a batuta de Frank Marshall (Uma Linda Mulher). O reverso da medalha surge em 1985, com o filme “Revolution”, a ser considerado por alguns como a sua pior actuação de sempre, o que o levou de volta para o teatro nos quatro anos seguintes. Em 1989 regressou com “Sea of Love”, seguido de uma série de excelentes interpretações em “Carlito’s Way”, “Heat” “Donnie Brasco” e “The Recruit”. Ao longo da sua carreira, Pacino recusou vários papéis, entre eles “Han Solo” em Star Wars, “Captain Willard” em Apocalypse Now e “Edward Lewis” em Pretty Woman. A qualidade das representações de Pacino, bem como a sua presença no grande ecrã, deram-lhe o estatuto de um dos melhores atores da história do cinema. Pacino continua a fazer teatro e começou a sua carreira como realizador, e embora o seu primeiro filme (“The Local Stigmatic”) continue por editar, os seus outros dois trabalhos (“Looking for Richard” e “Chinese Coffee”) foram bastante aclamados. Apesar de ser um dos poucos atores a nunca ter se casado, é pai de Julie Marie(nascida em 1989), fruto do seu relacionamento com a professora de teatro Jan Tarrant. Com a atriz Beverly D’Angelo é pai dos gêmeos Olivia e Anton, nascidos no dia 25 de Janeiro de 2001. Fonte: http://galeriadeidolos.wordpress.com/2009/01/07/al-pacino-biografia/
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