Esportes Aquáticos
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17 de Outubro de 2011
 
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Regras - 1. Os wakeboarders devem informar ao piloto do barco, qual será a velocidade desejada. É responsabilidade do wakeboarder deixar isso bem claro. A mesma regra se aplica em relação ao comprimento que o cabo deva estar preso. 2. Qualquer wakeboarder que falhe em estar pronto para sair no momento em que o barco já esteja preparado para a sua saída e quando já for sua vez de acordo com a ordem de saída, será penalizado em 7 (sete) pontos na sua pontuação final e passará a ser o último wakeboarder da bateria a entrar na água. Caso o mesmo não esteja presente após o ultimo wakeboarder da bateria finalizar a sua passada, será desclassificado nessa rodada. No entanto, o juiz de pontão pode ceder um minuto de acréscimo se ocorrerem situações emergenciais descobertas somente no momento que é a vez do wakeboarder competir (Exemplo: Uma bota rasgada, um cabo com nós, etc...). É sua responsabilidade ter o cabo pronto e sem nós. 3. Qualquer comunicação com o barco deve ser apenas dirigida aos juizes do barco a qualquer momento ou ao piloto antes de sair do pontão O wakeboarder deve usar de sinais padrões para se comunicar e, se possível, não fazer o barco parar. O uso deliberado de táticas que atrasem o andamento da competição será considerado como conduta antidesportiva e fará com que o wakeboarder fique sujeito a uma desclassificação ou penalização com perda de pontos. 4. Os seguintes sinais são aplicáveis em adição aos já conhecidos sinais. Use-os como for conveniente. a) Polegar pra cima significa ir mais rápido. b) Polegar pra baixo significa ir mais devagar. c) Apontar para um item do equipamento significa problemas com esse item. d) Apontar para trás em direção a um objeto, significa fragmentos na água (tocos, lixo, etc.). e) Levantar a mão acima da cabeça significa pedido de re-ride (repetição de passada). f) O wakeboarder que cair deve sinalizar ao barco de competição ou equipe de resgate para que esses saibam se ele está bem ou machucado. g) Após uma queda séria o wakeboarder deve avisar ao barco que está tudo ok, levantando uma das mãos na altura da cabeça. h) Caso o wakeboarder queira parar de andar deve movimentar uma das mãos em cima da cabeça como se estivesse batendo nela. 5. Todas as pessoas no barco do campeonato devem prestar atenção às necessidades e sinais do wakeboarder. Comunicação com o barco é tão importante para a segurança e eficiência quanto a comunicação entre o wakeboarder e o piloto. 6. Para qualquer falha no equipamento, o wakeboarder tem 3 minutos para reparar o equipamento. Ao perceber alguma falha, o deverá soltar o manete imediatamente. Isso contará como uma queda se ocorrer dentro da raia ou entre a primeira e a segunda passada. O juiz chefe terá a palavra final em dizer se o equipamento realmente teve uma falha. O equipamento pode ser reparado tanto no barco como no pontão, se for necessário. A medição do tempo de reparo começa a contar no momento em que o wakeboarder estiver na plataforma do barco (para um reparo no barco) ou quando o wakeboarder pisar no pontão (para um reparo no pontão). Caso o wakeboarder decida que irá fazer o reparo no pontão, ele só poderá começar a reparar/desmontar seu equipamento quando chegar ao pontão. O wakeboarder deve estar calçando suas botas, já no barco, no momento que o tempo de reparo terminar ou sua passada terá acabado. Caso a falha ocorra durante uma passada, após o conserto da mesma, o wakeboarder continuará sua passada a partir do ponto da queda ou de ter soltado o manete. 7. O wakeboarder pode desistir de sua passada se jogar o manete antes de entrar na raia de competição se houver algum problema (como o cabo estiver fixado no encurtamento errado). Tal atitude não acarretará em nenhuma penalidade ao wakeboarder, ele continuará a partir do ponto em que soltou o manete. 8. É de responsabilidade do wakeboarder de certificar, se necessário, de que há lubrificantes para calçar a sua bota no pontão e/ou no barco de competição antes de iniciar sua rotina. Falta de lubrificante para a bota não é considerado falha de equipamento e não será dado tempo extra para o wakeboarder. Não é responsabilidade da ABW de prover o lubrificante, traga o seu para não ficar sem. 9. Condições Idênticas de Competição – Como o wakeboard é um esporte praticado ao ar livre, e a partir do momento em que o campeonato é voltado ao público assim como também é um evento de competição, medidas cabíveis para que se assegure condições idênticas e/ou ideais serão tomadas de acordo com as opiniões do Juiz Chefe e/ou organizadores do evento. Protestos e requerimento de re-ride não serão aceitos se baseados em variações nas condições de competição. 10. No caso de ocorrer condições não desejáveis de água e/ou condições meteorológicas quando um evento deva continuar, a condição de “Severidade” poderá ser aplicada nessa rodada do evento. Decisões a respeito dessa condição deverão ser de responsabilidade de um comitê composto pelo juiz chefe, organizadores do evento e somente os wakeboarders prejudicados. No entanto é reservado à organização do campeonato o direito de ter a decisão final. Essa condição não se aplica somente quando a água estiver muito agitada, mas a muitas condições de tempo, visibilidade e água que possam vir a ocorrer, condições essas que possam fazer com que a performance do wakeboarder possa ser seriamente afetada. 11. O comitê deverá determinar qualquer modificação que se faça necessária no interesse da segurança dos wakeboarders e para que se promova uma competição justa e atrativa. Tais modificações podem incluir, mas não estão limitadas a, mudança na velocidade do barco, mudança no percurso de competição, comprimento da raia e formato. Assim que uma rodada do evento tenha sido assim designada e a disputa já tenha começado, a condição de “Severidade” deverá ser aplicada a todos os wakeboarders daquela rodada do evento, mesmo que as condições melhorem no decorrer da rodada. As pontuações no ranking não serão modificadas devido à aplicação da condição de “Severidade”. 12. A ABW irá fazer o máximo para que a agenda prevista, a ordem de entrada e o numero de eliminatórias, semifinais etc. para o campeonato sejam seguidas à risca, porém a ABW pode cancelar, misturar ou alterar o horário e data de eliminatórias, semifinais e finais etc., transformar eliminatórias em semifinais ou em finais sempre no intuito de completar a competição e estabelecer vencedores. 13. Caso haja obstáculos e o wakeboarder seja de uma categoria que possa usá-los, o wakeboarder devera usar estar usando o capacete antes de sair do pontão de saída. Não será permitido que o wakeboarder ponha o capacete no meio de sua passada. (ex.: após uma queda) 14. Durante os treinos livres não há separação por categorias, todas treinam juntas. A ordem de entrada é definida pela ordem de chegada dos wakeboarders. Perto do pontão de saída eles farão uma fila com as suas próprias pranchas. Caso algum wakeboarder furar a fila, ele irá para o final da fila. Os wakeboarders que trabalham para a ABW e também competem tem o direito de furar a fila, pois eles têm outras responsabilidades perante o evento. Fonte: http://www.abw.com.br/regras.php
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