Paraty
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14 de Outubro de 2011
A história da cidade de Paraty
Pontos turísticos
Eventos culturais
Fotos da cidade
Praia de fora
Praia do meio
Praia dos ranchos
Praia do cepilho
Praia brava
Praia do cachadaço
Piscina do cachadaço
Cachoeira dos codós
 
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A história da cidade de Paraty - Na época do descobrimento do Brasil, os portugueses que aqui chegaram, encontraram o local, que hoje é conhecido por Paraty, no estado do Rio de Janeiro, sendo habitado por índios Guaianás. Ao início do século XVI, a trilha que os indígenas da tribo Guaianás haviam aberto para ligar as praias de Paraty e o vale do Paraíba já era de conhecimento dos portugueses. O rio Perequê-Açu foi o foco inicial para o povoamento. A capela de São Roque é a construção na qual se tem o primeiro registro, levava esse nome pois São Roque era o padroeiro da povoação. O aldeamento dos Guaianás localizava-se à beira-mar. Em 1636, Maria Jácome de Melo fez a doação de uma sesmaria na área situada entre os rios Perequê-açu e Patitiba (atual rio Mateus Nunes) para a instalação do povoado que crescia, com as condições de que os indígenas locais não fossem molestados e de que fosse erigida uma nova capela, sob a invocação de Nossa Senhora dos Remédios. Essa sesmaria corresponde à região do atual Centro Histórico da cidade. Em 1654 começou a era da liberdade de Paraty, até então, era pertencente à cidade de Angra dos Reis. 1654 foi o ano em que ocorreram diversas rebeliões entre os moradores, visando exclusivamente a independência, entretanto, apenas em 1660 a tão esperada libertação de Angra aconteceu, com uma revolta liderada por Domingos Gonçalves de Abreu, após isso, Paraty deixou de ser considerada povoado para ser chamada de vila. Este ato de rebeldia foi reconhecido por Afonso VI de Portugal, que, por Carta Régia de 28 de Fevereiro de 1667 ratificou o ato dando-lhe o nome de "Vila de Nossa Senhora dos Remédios de Paraty". Para burlar a proibição ao tráfico de escravos decretada pelo regente Padre Diogo Antônio Feijó, o desembarque de africanos passa a ser feito em Paraty. As rotas, por onde antes circulava o ouro, passaram então a ser usadas para o tráfico e para o escoamento da produção cafeeira do vale do Paraíba, que então se iniciava. Durante o Segundo Reinado, um Decreto-lei de 1844, do imperador Pedro II do Brasil, elevou a antiga vila a cidade. Com a chegada da ferrovia a Barra do Piraí (1864) a produção passou a ser escoada por essa ela, condenando Paraty a um longo período de decadência. A cidade e o seu patrimônio foram redescobertos em 1954, com a reabertura da estrada que a ligava ao estado de São Paulo a Paraty-Cunha, vindo a constituir-se em um polo de atração turística. Desse modo, em 1958, o conjunto histórico de Paraty foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. O movimento turístico intensificou-se com a abertura da Rio-Santos (BR-101) em 1973. Na década de 1980, indígenas Guaranis embiás, procedentes do sul do país, instalaram-se no município, nas atuais aldeias de Araponga e Paratimirim. Hoje, a cidade é o segundo polo turístico do estado do Rio de Janeiro e o 17º do país. Devido a essa relevância, foi uma das poucas cidades que não são capital de estado a receber a tocha dos Jogos Pan-americanos de 2007 nos dias que antecederam os jogos.
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