Natal (RN)
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25 de Julho de 2011
História
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História - Tudo começou com as Capitanias Hereditárias quando o Rei de Portugal Dom João III, em 1530, dividiu o Brasil em lotes. As terras que hoje compreendem ao Rio Grande do Norte couberam a João de Barros e Aires da Cunha. A primeira expedição portuguesa aconteceu cinco anos depois com o objetivo de colonizar as terras. Antes disso, os franceses já aportavam por aqui para contrabandear o pau-brasil. E esse foi o principal motivo do fracasso da primeira tentativa de colonização. Os índios potiguares ajudavam os franceses a combater os colonizadores, impedindo, a fixação dos portugueses em terras potiguares. Passados 62 anos, em 25 de dezembro de 1597, uma nova expedição portuguesa, desta vez comandada por Mascarenhas Homem e Jerônimo de Albuquerque, chegou para expulsar os franceses e reconquistar a capitania. Como estratégia de defesa, contra o ataque dos índios e dos corsários franceses, doze dias depois os portugueses começam a construir um forte que foi chamado de Fortaleza dos Reis Magos, por ter sido iniciada no dia dos Santos Reis. O forte foi projetado pelo Padre Gaspar de Samperes, o mesmo arquiteto que projetou a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Apresentação. Concluído o forte, logo se formou um povoado que, segundo alguns historiadores, foram chamados de Cidade dos Reis. Depois, Cidade do Natal. O nome da cidade é explicado em duas versões: refere-se ao dia que a esquadra entrou na barra do Potengi ou a data da demarcação do sítio, realizada por Jerônimo de Albuquerque no dia 25 de dezembro de 1599. Com o domínio holandês, em 1633, a rotina do povoado que começa evoluir foi totalmente mudada. Durante 21 anos, o forte passou a se chamar Forte de Kenlen e Natal Nova Amsterdã. Com a saída dos Holandeses, a cidade volta à normalidade. Nos primeiros 100 anos de sua existência, Natal apresentou crescimento lento. Porém, no final do século XIX, a cidade já possuía uma população de mais de 16 mil habitantes. A partir de 1922, o desenvolvimento de Natal ganhou ritmo acelerado com o aparecimento das primeiras atividades urbanas. Pela sua posição geográfica privilegiada é o ponto das Américas mais próximo da Europa, na IIº. Grande Guerra Mundial, já no século XX, serviu de base militar para os nortes americanos, ganhando ares de metrópole internacional, transformando definitivamente Natal e a cidade teve seu nome conhecido por milhões de cidadãos pelo mundo. Nos anos pós-guerra a cidade continuaria a se desenvolver e sua população cresceria, mas só alguns anos mais tarde é que esse quadro mudaria definitivamente. Foi no inicio da década dos anos 80 com a construção da Via Costeira este um marco importante. São 10 km de praias com uma excelente rede de hotéis entre as Dunas e o Mar. Assim como nos demais estados nordestinos que, no conjunto da industrialização, estiveram sempre legados ao plano de fornecedores de mão-de-obra e matérias-primas para as áreas em vias de consolidação industrial, o Rio Grande do Norte também enfrentou todos os entraves estabelecidos no sentido de manter o estado em um plano secundário no conjunto da economia nacional. Apesar da não existência de uma política econômica que gerasse incentivos ao industrialismo, esse tipo de empreendimento foi, aos poucos, ganhando relevo até pelas necessidades geradas a partir do modelo em voga no estado que, na verdade, era o chamado modelo de economia agro exportadora onde eram produzidas matérias-primas para abastecer os mercados internacionais e/ou intra-regionais. Localização de Natal Situada no Nordeste brasileiro, Natal, apesar de quatrocentona, é uma cidade moderna. Concentrada, inicialmente, no bairro da Ribeira, com seus casarios, é separada geograficamente pelo Rio Potengi, realçando sua beleza, onde de um lado ficam os bairros de Santos Reis e as Rocas e na outra margem a praia da Redinha. Ganhou ares de modernidade quando o arquiteto Giácomo Palumbo montou um projeto arquitetônico que diferenciou a cidade das demais capitais nordestinas, com ruas e largas avenidas, para os bairros do Tirol e Petrópolis. Com clima tropical, Natal passa a impressão de que a estação do verão dura por todo o ano. As temperaturas se mantêm altas durante os 12 meses. E Natal é conhecida como a cidade com o maior número de dias com sol do país. Natal tem no turismo sua principal fonte de renda, chegando a concentrar atualmente 25% de sua população economicamente ativa como mão-de-obra trabalhando nessa atividade. Suas principais atrações turísticas são as praias de Ponta Negra, Via Costeira (Onde se concentram os maiores hotéis instalados na capital), Areia Preta, Praia dos Artistas, Praia do Meio, Praia do Forte e a Praia da Redinha. Os monumentos históricos são o Forte dos Reis Magos, Teatro Alberto Maranhão, Palácio da Cultura (antiga sede do Governo Estadual), Palácio Felipe Camarão (atual sede do Governo Municipal), Solar Bela Vista, Igreja do Rosário dos Pretos, Igreja do Galo, Matriz de Nossa Senhora da Apresentação, Prédio da Ordem dos Advogados do Brasil, Instituto Histórico e Geográfico, Academia Norte-rio-grandense de Letras, Grande Hotel, Colégio Atheneu Norte-rio-grandense, Prédio da Associação Comercial, antiga Faculdade de Direito, Capitania das Artes (antiga Capitania dos Portos), Farol de Mãe Luiza, Junta Comercial do Rio Grande do Norte, Estação Metropolitana de Trens Urbanos, Pedra do Rosário e a Igreja Bom Jesus das Dores. Fonte: http://jaldesmar-costa.blogspot.com/2011/05/natal-rn.html
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