Vida e Obra de José Saramago
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12 de Julho de 2011
Romances
Peças Teatrais
Contos
Terra de Homens - 1979
Crônicas
Poemas
Diário e Memórias
Viagens
Infantil
Estilo de escrita do autor
Prêmios
Prêmio Camões (1995)
Frases célebres
"Se tens um coração de ferro, bom proveito. ...
"Não tenhamos pressa, mas não percamos tempo....
"Todos sabemos que cada dia que nasce é o pri...
"Dentro de nós há uma coisa que não tem nome,...
"Dirão, em som, as coisas que, calados,no sil...
"O que as vitórias têm de mau é que não são d...
"A única maneira de liquidar o dragão é corta...
"Das habilidades que o mundo sabe, essa é a q...
"Aprender com a experiência dos outros é meno...
Vídeos Interessantes
Curiosidades
Cinzas de Saramago são depositadas aos pés de uma ...
Livro inacabado será publicado em 2012
Países e línguas em que a obra foi publicada
 
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As Intermitências da Morte - 2005 - "Não há nada no mundo mais nu que um esqueleto", escreve José Saramago diante da representação tradicional da morte. Só mesmo um grande romancista para desnudar ainda mais a terrível figura. Apesar da fatalidade, a morte também tem seus caprichos. E foi nela que o primeiro escritor de língua portuguesa a receber o Prêmio Nobel da Literatura buscou o material para seu novo romance, As intermitências da morte. Cansada de ser detestada pela humanidade, a ossuda resolve suspender suas atividades. De repente, num certo país fabuloso, as pessoas simplesmente param de morrer. E o que no início provoca um verdadeiro clamor patriótico logo se revela um grave problema. Idosos e doentes agonizam em seus leitos sem poder "passar desta para melhor". Os empresários do serviço funerário se vêem "brutalmente desprovidos da sua matéria-prima". Hospitais e asilos geriátricos enfrentam uma superlotação crônica, que não pára de aumentar. O negócio das companhias de seguros entra em crise. O primeiro-ministro não sabe o que fazer, enquanto o cardeal se desconsola, porque "sem morte não há ressurreição, e sem ressurreição não há igreja". Um por um, ficam expostos os vínculos que ligam o Estado, as religiões e o cotidiano à mortalidade comum de todos os cidadãos. Mas, na sua intermitência, a morte pode a qualquer momento retomar os afazeres de sempre. Então, o que vai ser da nação já habituada ao caos da vida eterna? Ao fim e ao cabo, a própria morte é o personagem principal desta "ainda que certa, inverídica história sobre as intermitências da morte". É o que basta para Saramago, misturando o bom humor e a amargura, tratar da vida e da condição humana. http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=12188
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