Tipos de Fondue
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06 de Julho de 2011
O primeiro fondue no Brasil
Tipos de panelas
 
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História do Fondue - Fondue é um prato suiço feito geralmente à base de queijo ou chocolate aquecido sobre uma lamparina na qual as próprias pessoas se servem. O prato foi criado no período da Segunda Guerra Mundial devido ao frio e ao inverno rigoroso, onde os camponeses que moravam em regiões montanhosas não tinham como buscar mantimentos nas cidades. Eles então, começaram a utilizar o queijo (já que eram produtores de leite) como principal ingrediente de uma comida quente, simples, saborosa e nutritiva para se passar o inverno. O queijo ficava no fogo, onde cada camponês mergulhava pedaços de pão no creme de queijo derretido. Muitas pessoas só conhecem o fondue de chocolate, muito popular no mundo inteiro. Na verdade, o prato começou a se destacar na década de 50, quando o chefe Conrad Egli, de Nova York, passou a servi-lo. Além disso foi Conrad Egli que criou o fondue de chocolate, para servir de sobremesa. Embora o fondue tenha se originado através dos humildes camponeses suiços, é um prato refinado e luxuoso devido ao fato dos queijos possuírem preços relativamente caros. Antes de ser um alimento, a fondue (é “a” fondue e não “o” fondue) é uma diversão. Resulta num encontro especial com a família ou amigos acomodados em torno da caquelon (panela de fondue), desfrutando de momentos mágicos e com um gostoso sabor de inverno. Fondue é um nome advindo da palavra francesa “fondre”, que significa “fundido” ou “derretido”, e a origem da fondue remonta há cerca de sete séculos, quando alguns povos dos alpes suíços produziam mais queijo que podiam vender e comer. Num determinado ano alguns moradores tiveram a idéia de derreter o excesso e, para ser melhor conservado, acrescê-lo de algum álcool, aguardente – o kirsh, destilado local de cerejas – ou vinho. O fondue originou-se na suíça francesa, daí seu nome, pois fondue em francês significa fundido, derretido. Há cerca de trinta anos, instituiu-se na suíça alemã o hábito de convidar amigos para a fondue. Do simples ato de mergulhar o pão no queijo passou-se à fritura de carne ou peixes ou a seu cozimento em caldo. Frio e Fondue. Associadas, essas palavras soam como um feitiço que acende os paladares e aquece os espíritos. Antes de tudo, porém, fique bem claro: a fondue, uma expressão feminina, de origem afrancesada, que significa algo como "pasta derretida"; jamais o fondue. Curiosamente, como inúmeras outras glórias da gastronomia, uma iguaria que nasceu da necessidade. Aconteceu na Idade Média, cerca de sete séculos atrás, nos Alpes da Suíça, conseqüência de uma inesperada super produção de queijos. Os helvéticos, então, já eram exímios produtores de laticínios excelentes - que inclusive exportavam às nações vizinhas. Uma nevasca terrível, porém, isolou completamente um determinado ponto da Suíça, ao redor de Neuchatel. Surpreendidos com um estoque superlativo, que não podiam vender, os produtores do local tiveram uma idéia fenomenal. Derreteriam o excesso, à espera de uma nova temporada - e, para melhor conservarem a massa, no seu recozimento acrescentariam alguma espécie de álcool, vinho e/ou aguardente, no caso kirsch, o delicioso destilado de cerejas daquelas plagas. Depois de reendurecida pelo frio, a massa não mais correria o risco de se estragar. Para reutilizá-la, bastaria re-submetê-la ao processo de fusão. No teste inaugural do conceito, os produtores utilizaram um gigantesco caldeirão. Obviamente, experimentaram diversas vezes a textura e o sabor da massa enriquecida pelo kirsch. Um cidadão mais engenhoso, então, espetou um naco de pão na ponta de uma haste qualquer, que mergulhou no caldeirão. Voilà! Aleluia! Mais do que simplesmente a alquimia nacional da Suíça, com tal gesto nasceu um verdadeiro ritual, uma celebração comunitária dos prazeres provenientes da amizade e da convivência cordial. Prega a tradição da fondue que o seu fazedor tem o direito de raspar o derradeiro naco de pão nas paredes do recipiente da operação. Pede uma outra lenda, também, que pague as despesas quem derrubar o seu naco dentro da panela. No caso, idealmente, um craquelon, um apetrecho de cerâmica vitrificada que vai à mesa sobre uma espiriteira. A operação aconteceu em um imenso caldeirão e, um dos cidadãos, para provar, espetou um pedaço de pão e mergulhou no queijo, surgindo, assim, o prato nacional da Helvécia. Mas o debate sobre a receita original é infindável, porém, ninguém duvida que o queijo derretido é, há muito tempo, parte da tradição culinária daquele país. Derreter pedaços de queijo somados a diversos ingredientes, passou de uma prática tradicional dos habitantes e pastores alpinos para se espalhar pelo mundo a fora. As receitas atuais, que derretem queijo com vinho branco, surgiram apenas no começo do século 20. A fama internacional do prato veio mesmo em 1940, quando foi apresentado na World Fair, em Nova York. A popularidade mundial foi alcançada nos anos 60, quando foram lançadas no mercado as versões semiprontas e os utensílios necessários para prepará-lo (o fogareiro, a panela de cerâmica esmaltada, os potinhos para acondicionar os petiscos e os garfos especiais). A fondue permite variações seja no conteúdo que vai à panela (queijo com vinho ou outras bebidas, óleo, caldo ou chocolate) seja do que se mergulha nessa mistura (pão, batata, carne, peixe, biscoitos, frutos do mar, legumes ou frutas), assim como os diversos molhos que recebem a carne mergulhada no óleo quente. Entre as receitas, escolhemos a de Fondue de Queijo, lembrando que, segundo diz a tradição, quem deixar cair um pedaço de pão dentro da fondue deve pagar uma garrafa de vinho. Fonte: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/mulher-culinaria-suica/historia-do-fondue-3.php
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