História da Filosofia
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14 de Março de 2014
 

 

 

 

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Continentais - A fenomenologia, o existencialismo, a hermenêutica, a Escola de Frankfurt, o marxismo, o estruturalismo, o pós-estruturalismo e outras tendências mais ou menos afins ficaram sob o rótulo de filosofia continental. A fenomenologia, por exemplo, é um método e uma filosofia que surge no final do século XIX. Seu postulado básico é a noção de intencionalidade, pela qual toda consciência é intencional, isto é, visa algo fora de si. A fenomenologia critica a filosofia tradicional por desenvolver uma metafísica cuja noção de ser é vazia e abstrata, voltada para a explicação. Ao contrário, a fenomenologia visa a descrição da realidade e coloca como ponto de partida de sua reflexão o próprio ser humano, no esforço de encontrar o que é dado na experiência, descrevendo "o que se passa" efetivamente do ponto de vista daquele que vive determinada situação concreta. Nesse sentido, a fenomenologia é uma filosofia da vivência. O principal representante dessa corrente é Edmund Husserl, a quem se juntam outros expoentes como: Martin Heidegger, Max Scheler, Nicolai Hartmann, Paul Ricoeur, Maurice Merleau-Ponty, Karl Jaspers, Jean-Paul Sartre. Também, em 1923, surgiu o Instituto para a Pesquisa Social, também conhecido como "Escola de Frankfurt". Os teóricos dessa escola identificam a origem do irracional, representado por todas as formas de totalitarismo, ao exercício da racionalidade científica, típica do positivismo, que visa a dominação da natureza para fins lucrativos e coloca a ciência e a técnica a serviço do capital. Os frankfurtianos criticam, dessa forma, a razão de dominação, o controle da natureza exterior e interior, esta última representada pelas paixões, pois sabem que aquilo a que se renuncia continua a ser desejado. Seus principais pensadores são Theodor Adorno, Marx Horkheimer, Herbert Marcuse e Walter Benjamin. Outros pensadores que merecem destaque são: Foucault, Derrida, Gadamer.
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